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quarta-feira, 9 de março de 2016

Chá de ritual indígena do AC é apontado por familiares como causa da morte do neto de Chico Anysio


A polêmica envolvendo a morte de Rian envolve, além do Santo Daime, nomes como o da atriz global Leona Cavalli, no ar em ‘Totalmente Demais’

09/03/2016

A morte de Rian Brito, neto de Chico Anysio, continua rendendo várias especulações na internet. Isso porque muito pouco se sabe sobre o real motivo de sua morte. O corpo de Rian foi encontrado em Quissamã, Norte Fluminense, na quinta-feira (3), na Vala da Lagoa Preta, no Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba.

Dentre os principais motivos levantados pela família, sobretudo pela mãe Márcia Brita Brazil, está a erva alucinógena indígena Ayhuasca, ou Santo Daime, que faz parte de um ritual indígena do Acre. A polêmica teve inicio quando a atriz Tassia Camargo, longe das novelas desde Vidas Opostas, da TV Record, comprou uma briga com a também atriz Leona Cavalli, no ar em Totalmente Demais (Rede Globo), em uma postagem onde Márcia falava da morte do filho.

“Minha amada Brita Brazil, se ela [Leona] fosse humana, o que parece não ser, teria te procurado. Acredito que o que se faz aqui se paga aqui mesmo na terra e o dela tá guardado. Conte comigo. Te amo minha amiga”, escreveu Tassia Camargo. A acusação se seu porque Leona é fundadora da seita Porta do Sol, centro xamânico frequentado por Rian onde ele estaria fazendo uso do Santo Daime.

Mãe disse que filho usava Santo Daime

Depois disto, Leona se manifestou em redes sociais e afirmou que vai processar Márcia por crimes como injuria e difamação. Para acabar de vez com a história, Márcia enviou uma carta exclusiva enviada à coluna Retratos da Vida, do jornal ‘Extra’. Dentre os principais pontos da carta, a cantora e explica porque culpou Leona. Brita contou ainda que após um tempo, o filho disse que costumava “ouvir vozes do chá” e “procurar lugares bonitos para se isolar e meditar por dias”, mas “sempre voltava para casa”.

Na carta enviada ao Extra, ela ataca a erva acreana e a aponta como um dos motivos que levaram seu filho a óbito. Leia a carta na integra:

Além de estar bloqueada na sua página e não poder te enviar respostas, agora desativaram minha conta do Facebook, portanto estou pedindo a ajuda da imprensa que divulgue esta carta.

Quando repeti seu nome em todos os espaços possíveis no Face, eu estava querendo não falar de ti, mas sim da IGREJA a qual você dirige, que agora vocês mudaram de nome pra Centro de Estudos. Mas era chamada de Igreja. Vocês avisam no inicio da reunião q a erva alucinógena indígena Ayhuasca (mais conhecido como Santo Daime) foi legalizado em 2010, saindo no DIARIO OFICIAL. Até então acho q estava sendo usado, há uns 30 anos nas cidades grandes ilegalmente. Soube q a razão social IGREJA o tornou possível a legalização. Mas mesmo legalizado, que está totalmente errada esta permissão. Palavras de uma mãe q perdeu seu filho por este motivo. Um verdadeiro absurdo q está acontecendo no Brasil, e soube q é transportada ao mundo.

Quero deixar bem claro q não quero processar a Igreja PORTA DO SOL, a Leona Cavalli, ou a nenhuma outra IGREJA q usa este chá. A vida de meu filho foi levada, a minha também pois será impossível viver sem a nossa convivência de paz, ternura, ideias, harmonia, companheirismo, e a musica, q fazíamos todos os dias. Então porque quero denunciar isto? Foi uma promessa q fiz numa das 55 subidas de joelho nos 365 degraus da N. S. da Penha (sendo 33 dias consecutivos) pedindo a ela, alem da cura de meu filho, e que vou subir uma vez por mês pelo resto de minha vida, para que ela afastasse os que NAO PODEM beber este chá, q só saberá depois de bebê-lo, pois é uma roleta russa. Meu pedido a ela, de joelhos é que ninguém, nenhuma mãe, irma, esposa ou filha passe pelo sofrimento q passamos.

🎯👉🏻fonte contilnet notícia

🌏👉🏻AC notícia

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